Moraes marca depoimento de Eduardo Bolsonaro em processo no STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 14 de abril o interrogatório do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na ação penal que trata da acusação de coação no curso do processo.

Desde o ano passado, Eduardo, que é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.
Conforme a decisão do ministro, o interrogatório deve ser realizado por videoconferência. O ex-deputado não é obrigado a participar da audiência.
Antes de marcar o depoimento, Moraes determinou a notificação de Eduardo por edital, mas ele não foi encontrado nem indicou advogado particular. Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa seja realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).
Em novembro do ano passado, por unanimidade, o STF aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do ex-parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros da Corte.
No final de 2025, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu cassar o mandato dele.
A decisão foi tomada após Eduardo deixar de comparecer a um terço do total de sessões deliberativas da Câmara dos Deputados, como prevê a Constituição. O filho de Bolsonaro faltou a 56 das 71 sessões realizadas em 2025, o equivalente a 79% das sessões. Fonte: Agência Brasil
Aéreas preveem “consequências severas” com reajuste do querosene
O reajuste de 55% no querosene de aviação (QAV) anunciado nesta quarta-feira (1°) pela Petrobras deverá ter “consequências severas” na aviação civil, especialmente na abertura de novas rotas e ofertas de serviços. A avaliação é da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as principais companhias aéreas do país. 

Segundo a entidade, com o reajuste, somado ao aumento de 9,4% em vigor desde 1º de março, o combustível passa a responder por 45% dos custos operacionais das companhias aéreas.
“A medida tem consequências severas sobre a abertura de novas rotas e a oferta de serviços, restringindo a conectividade do país e a democratização do transporte aéreo”, diz a Abear.
A entidade explica que, embora mais de 80% do QAV consumido no Brasil seja produzido internamente, sua precificação acompanha a paridade internacional.
“Isso intensifica os efeitos das oscilações do preço do barril de petróleo sobre o mercado doméstico, ampliando os impactos de choques externos sobre os custos das companhias aéreas”.
A Abear representa as empresas Azul, Boeing, Gol, Gol Log, Latam, Latam Cargo, Rima, Sideral e Total Express.
Reajustes
Para reduzir os impactos do aumento anunciado hoje, a Petrobras informou que vai parcelar o reajuste para o querosene de aviação (QAV). Distribuidoras que atendem à aviação comercial poderão optar por pagar apenas 18% de aumento e parcelar a diferença em até seis vezes, a partir de julho.
O preço do QAV é estipulado pela Petrobras mensalmente, sempre no dia 1º. O reajuste deste mês acontece no momento em que o mundo enfrenta uma escalada no preço do barril do petróleo por causa da guerra no Irã.
No início de março, o reajuste médio do QAV havia sido de cerca de 9%; e em fevereiro, de -1%. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atualmente os combustíveis representam cerca de 30% dos custos totais das companhias aéreas. Fonte: Agência Brasil
Trump amplia retórica bélica contra Irã e minimiza alta do petróleo
Em seu primeiro pronunciamento nacional desde o início da guerra, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou na noite desta quarta-feira (1º) que as forças militares norte-americanas estão “desmantelando sistematicamente” a capacidade de defesa do regime do Irã e que os objetivos “estratégicos centrais” do conflito, iniciado há 32 dias, estariam próximos de serem atingidos.

Na declaração, de cerca de 20 minutos, Trump exaltou o que diz serem vitórias no campo de batalha e prometeu ampliar os ataques ao logos das próximas semanas, sem descartar negociações.
“Vamos atacar com extrema força nas próximas duas a três semanas. Vamos levá-los de volta à idade da pedra, onde pertencem. Enquanto isso, as negociações continuam. Mudança de regime não era nosso objetivo — nunca dissemos isso —, mas ela ocorreu em função da morte de praticamente todos os líderes originais. Todos morreram”, disse o norte-americano.
“O novo grupo é menos radical e mais razoável. Ainda assim, se nesse período não houver acordo, temos alvos estratégicos definidos.”
Esses alvos, segundo ele, seriam usinas de geração de energia.
“Não atacamos o petróleo, embora seja o alvo mais fácil, porque isso eliminaria qualquer chance de sobrevivência ou reconstrução”, pontuou.
Em diversos momentos, sem apresentar evidências claras, Trump exagerou na retórica e afirmou ter “destruído e esmagado” forças militares iranianas, como a Marinha e a Força Aérea do país persa.
Apesar disso, não soube explicar porque o Estreito de Ormuz, passagem entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, por onde circulavam até 20% das exportações de petróleo, segue com acesso controlado e restrito pelos iranianos, com fortes impactos no preço internacional dos combustíveis.
A esse respeito, Trump declarou que os EUA não dependem do óleo comercializado por essa via disse que países que dependem devem se responsabilizar pelo acesso do canal marítimo.
“Os Estados Unidos importam quase nenhum petróleo pelo Estreito de Ormuz — e não importarão no futuro. Não precisamos disso. Derrotamos e praticamente dizimamos o Irã. Eles estão devastados e os países do mundo que recebem petróleo pelo Estreito de Ormuz precisam cuidar dessa passagem.Nós ajudaremos, mas devem liderar a proteção do petróleo do qual dependem tanto”, afirmou.
Aliados e alta petróleo
Trump agradeceu e citou o nome dos países aliados no Oriente Médio, como Israel, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein. Esses países, que mantêm bases norte-americanas em seus territórios, têm sido alvo do Irã em retaliação aos ataques de Israel e EUA.
Sobre a alta do petróleo, o presidente dos EUA minimizou o problema, dizendo ser uma situação passageira.
“Muitos americanos têm se preocupado com o recente aumento no preço da gasolina aqui no país. Esse aumento de curto prazo é resultado direto de ataques terroristas insanos do regime iraniano contra petroleiros comerciais em países vizinhos que nada têm a ver com o conflito. Isso é mais uma prova de que o Irã jamais pode ser confiável com armas nucleares”, afirmou.
Ao citar o tempo de duração da guerra para justificar sua continuidade, Trump comparou com outros conflitos militares históricos em que os EUA já se envolveram ao longo do último século.
“A participação americana na Primeira Guerra Mundial durou 1 ano, 7 meses e 5 dias. A Segunda Guerra Mundial durou 3 anos, 8 meses e 25 dias. A Guerra da Coreia durou 3 anos, 1 mês e 2 dias. A Guerra do Vietnã durou 19 anos, 5 meses e 29 dias. A Guerra do Iraque durou 8 anos, 8 meses e 28 dias. Estamos nessa operação militar poderosa, estratégica, há 32 dias. E esse país foi devastado, deixando de ser uma ameaça relevante. Este é um investimento real no futuro dos seus filhos e netos”, afirmou.
Silêncio sobre protestos
No pronunciamento, Trump não citou as centenas de manifestações que reuniram milhões de norte-americanos, nas principais cidades do país, como Nova York, Dallas, Filadélfia e Washington, ao longo do último final de semana.
Os manifestantes, que protestaram inclusive em dezenas de cidades pequenas e médias, criticam o envolvimento do governo na guerra e as ações policiais voltadas para a deportação de imigrantes dos EUA.
É a terceira onda de protestos nos últimos meses e, de acordo com a imprensa norte-americana, o presidente vive sua pior avaliação desde o início do segundo mandato, há pouco mais de um ano, como cerca de um terço de aprovação apenas, de acordo com levantamentos de institutos de pesquisa de opinião. Fonte: Agência Brasil
Empresário é acusado de pagar R$ 4,5 mil por dados de ministros do STF
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (1°) a expedição de mandados de prisão e de busca a apreensão contra o empresário Marcelo Paes Fernandez Conde, acusado de financiar um esquema ilegal de acesso a dados financeiros de ministros da Corte, seus parentes e outras autoridades. 

As medidas foram determinadas na segunda fase da Operação Exfil, que investiga a venda dos dados. Até o momento, o empresário, que mora no Rio de Janeiro, não foi encontrado pelos agentes da Polícia Federal (PF).
De acordo com as investigações, Conde é acusado de financiar o esquema de extração ilícita de informações fiscais que, por serem protegidas por lei, são sigilosas.
Os investigadores da PF apontaram que Marcelo Conde teria fornecido listas de CPFs e realizado pagamento em espécie de R$ 4,5 mil para receber os dados, que eram acessados ilegalmente por servidores da Receita, funcionários terceirizados, despachantes e intermediários nos sistemas do Fisco e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Diante do material apurado pela PF, Alexandre de Moraes também determinou a quebra dos sigilos telemáticos de celulares e dados telemáticos em nuvem que pertencem ao acusado.
As medidas contaram com aval da PGR.
Sigilo
Os investigadores da PF também descobriram que, além de ministros do STF e seus parentes, também tiveram os dados fiscais acessados irregularmente o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), deputados federais, ex-senadores, dirigentes de agências reguladoras e um ex-governador.
No total, o esquema teria acessado os dados de 1.819 pessoas.
Em nota, o advogado Nélio Machado informou que a defesa do empresário ainda não teve acesso à decisão do ministro que determinou as medidas.
“Tomamos conhecimento hoje das medidas decretadas contra nosso constituinte, mas ainda não tivemos acesso à decisão. De imediato, formulamos um requerimento para acessá-la e agora aguardamos o acolhimento do pedido para a adoção de providências”, declarou a defesa. Fonte: Agência Brasil
Cesta de produtos de Páscoa cai 5,73% este ano
A mesa de Páscoa vai pesar menos no bolso do brasileiro pelo segundo ano seguido. Uma cesta de produtos alimentícios, que inclui os tradicionais chocolates e o bacalhau, vai custar 5,73% a menos do que há 12 meses. Em 2025, o recuo nos preços foi de 6,77%.

A constatação é de levantamento do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado às vésperas do domingo de Páscoa (5).
Para efeito de comparação, a inflação geral do consumidor, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Mensal (IPC-10) da FGV, marcou alta de 3,18% no período de abril de 2025 a março de 2026.
No entanto, olhando de forma isolada, alguns produtos sobem mais que a inflação geral:
- Inflação geral: 3,18%
- Bombons e chocolates: 16,71%
- Bacalhau: 9,9%
- Sardinha em conserva: 8,84%
- Atum: 6,41%
Entre os itens que ajudaram a inflação da Páscoa ficar negativa figuram:
- Arroz: -26,11%
- Ovos de galinha: -14,56%
- Azeite: -23,20%
Os pescados frescos subiram 1,74%; e os vinhos, 0,73%.
Nas últimas quatro Páscoa, duas foram de inflação positiva e duas de deflação (queda média de preços), quando comparadas ao ano anterior.
- 2026: -5,73%
- 2025: -6,77%
- 2024: 16,73%
- 2023: 13,16%
De acordo com o economista Matheus Dias, do Ibre/FGV, a variação acumulada dos preços de Páscoa nos últimos quatro anos foi de 15,37%. Essa alta ficou abaixo da inflação geral ao consumidor, calculada pelo IPC-10, que marcou 16,53% de abril de 2022 a março de 2026.
Nesse período, bombons e chocolates ficaram 49,26% mais caros. O bacalhau subiu 31,21%; o atum, 38,98%, e o azeite, 34,74%.
Viram o preço cair a batata inglesa (-16,02%) e a cebola (-15,44%).
Industrializados
Matheus Dias destaca que os repasses de quedas provenientes de melhoras na produção agrícola são mais complexos e apresentam defasagens mais longas em produtos industrializados.
Ele exemplifica com o chocolate. Mesmo com o cacau, principal matéria-prima, registrando quedas no mercado internacional desde outubro de 2025, chegando a recuar cerca de 60% em relação aos últimos 12 meses, os preços dos chocolates ao consumidor seguiram em alta de 16,71% no período.
“Em produtos mais industrializados, a queda da matéria-prima demora a chegar ao bolso do consumidor nos últimos anos”, explica.
Concentração
Na terça-feira (31), ao divulgar um estudo sobre a inflação de alimentos no Brasil, o economista Valter Palmieri Junior, doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), explicou que um dos fatores de alta consistente nos preços é a concentração, que tende a diminuir a concorrência entre empresas.
No levantamento, ele aponta que cinco marcas de bombons e chocolates de três empresas alcançam 83% do mercado.
Indústria
Procurada pela Agência Brasil para fazer comentários sobre o preço dos chocolates, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) informou que o valor não é determinado apenas pelo cacau.
“Outros insumos como leite, açúcar, frete (uso de caminhões frigoríficos, já que se trata de carga perecível) e variação do dólar devem ser levados em conta”, ressalta a entidade.
A Abicab explica ainda que cada empresa tem a própria política de preço e que a indústria acompanha oscilações naturais do mercado e cria alternativas de venda de produtos “para todos os paladares e adaptadas às várias faixas de consumo”.
Este ano, de acordo com a associação, foram colocados 800 itens no mercado, com 134 lançamentos, contra 611 ano passado.
Os representantes da indústria detalham que, em 2024, o fenômeno El Niño (aquecimento anormal das águas da porção leste da região equatorial do Oceano Pacífico) devastou plantações.
Os países africanos Gana e Costa do Marfim, responsáveis por 60% da produção mundial de cacau, foram atingidos, e o mercado ficou com um déficit de 700 mil toneladas, segundo a Abicab.
A falta do produto levou o preço da tonelada, negociada na Bolsa de Nova York, a subir quatro vezes, para US$ 11 mil – equivalente hoje a cerca de R$ 56,7 mil.
De acordo com a Abicab, “apenas 10% desse impacto se refletiu no preço final”.
Hoje a cotação beira US$ 3,3 mil.
Empregos
A indústria de chocolates ressalta que “a expectativa para esta Páscoa é positiva porque vivemos estabilidade econômica, com a menor taxa histórica de desemprego”.
Na estimativa da Abicab, o número de empregos temporários é de 14,6 mil, 50% a mais que em 2025, frisando que as contratações costumam se iniciar em agosto do ano anterior. Desses, 20% acabam se tornando fixos, com carteira assinada, de acordo com a associação.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva revelou que 90% dos consumidores pretendem comprar produtos relacionados à Páscoa neste ano. Fonte: Agência Brasil
Maranhense Paulo Henrique Cordeiro assume interinamente o Ministério do Esporte substituindo André Fufuca
O ministro André Fufuca indicou o maranhense Paulo Henrique Perna Cordeiro para assumir o comando interino do Ministério do Esporte. A movimentação ocorre em razão do afastamento de Fufuca, que retoma seu mandato na Câmara dos Deputados para concentrar esforços em sua pré-candidatura ao Senado Federal para o pleito de outubro de 2026.
Até então titular da Secretaria-Executiva de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social, Cordeiro já desempenhava um papel central na gestão das políticas públicas e na execução das ações da pasta.
A confirmação de seu nome para a interinidade é interpretada nos bastidores políticos como um reflexo da consolidada articulação entre André Fufuca e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Natural de Viana, município localizado na Baixada Maranhense, Paulo Henrique Cordeiro possui trajetória profissional como advogado e professor. Com a ascensão ao comando do ministério, ele assume a responsabilidade de dar continuidade aos projetos em curso na área esportiva durante o período eleitoral.
Fonte: O Imparcial
Circulação de trens é retomada após fortes chuvas diminuírem, em João Pessoa
A circulação de trens em João Pessoa foi retomada após um trabalho de limpeza realizado nas linhas dos trens, em meio à fortes chuvas registradas na manhã desta quarta-feira (1º). A informação foi confirmada pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).
De acordo com a companhia, a interrupção aconteceu após o acúmulo de água, lixo e areia cobrir trechos da via férrea. A retomada do tráfego nos trilhos aconteceu exatamente às 13h37. Foram cerca de três horas com os serviços interrompidos.
A interrupção das viagens foi determinada pela área operacional às 10h50 e quatro viagens foram canceladas por falta de condições operacionais e de segurança no período.
Ainda segundo a CBTU, equipes foram distribuídas em diferentes frentes de trabalho para desobstruir os trilhos. Além do impacto no transporte ferroviário, as chuvas também causaram alagamentos em ruas e avenidas da capital, com reflexos no trânsito. Houve interdição parcial de trechos e atuação de agentes de mobilidade para reorganizar o fluxo de veículos.
A Defesa Civil informou que, até o momento, não há registro de ocorrências graves relacionadas às chuvas. O monitoramento segue nas áreas com maior volume de precipitação.
Criminoso armado invade comércio e atira no litoral do PI; criança estava no local
Um criminoso armado invadiu um comércio e efetuou disparos de arma de fogo dentro do estabelecimento na tarde da terça-feira (31), na zona rural de Parnaíba, litoral do Piauí. No momento da ação, havia clientes e uma criança no local.
De acordo com o 2º Batalhão da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 16h50. Os criminosos estariam buscando o dono do mercado.
Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento mostra que um de dois homens que chegaram em uma moto desceu já armado, entrou no comércio e perguntou pelo dono do estabelecimento.
Funcionários informaram que ele não estava no local. Em seguida, o suspeito efetuou três disparos dentro do mercantil e fugiu com o comparsa.
No momento do crime, havia dois clientes e uma criança pequena no comércio.
No Piauí, esta foi a primeira ação identificada, que acabou frustrada após a instituição financeira acionar a polícia.
A Polícia Militar realizou diligências na região, mas até o momento, os suspeitos não foram localizados. O caso deve ser investigado pela Polícia Civil. Fonte: G1-PI
Operação da polícia prende 15 suspeitos na Baixada Maranhense
Quinze pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira (1º) durante a “Operação Asfixia”, da Polícia Civil do Maranhão, nas cidades de Vitória do Mearim e Arari, na Baixada Maranhense. A ação teve como alvo integrantes de uma organização criminosa suspeita de atuar na região.
Segundo as investigações, o grupo é suspeito de praticar crimes como tráfico de drogas, roubos e homicídios. As ações vinham causando insegurança nas duas cidades e em áreas vizinhas.
Durante o cumprimento dos mandados de busca e prisão, os policiais apreenderam drogas, armas de fogo e celulares. Dos alvos, 12 foram presos em flagrante e três por mandados de prisão preventiva. De acordo com a polícia, o material apreendido deve ajudar no avanço das investigações.
Suspeito de liderar facção morre após confronto
Um dos alvos, apontado como líder de uma facção criminosa em Vitória do Mearim, reagiu à abordagem e tentou atacar um agente de segurança. Houve confronto, e o suspeito morreu no local.
A operação foi coordenada pelas delegacias de Vitória do Mearim e Arari, com apoio de equipes da regional de Viana, do Núcleo de Operações com Cães (NOC), da Polícia Militar do Maranhão (PMMA), da Guarda Municipal de Arari e da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (Feisp).
As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular o grupo criminoso na Baixada Maranhense. Fonte: G1-MA









