Agroveter de Codó fortalece apoio ao produtor rural da região
A Agroveter é uma empresa tradicional do setor agropecuário e veterinário localizada no município de Codó. Atuando há quase duas décadas, a empresa se consolidou como referência no comércio de medicamentos veterinários, produtos agropecuários, rações e acessórios para animais domésticos e de criação.
Fundada em 18 de abril de 2006, a Agroveter LTDA possui sede na Rua Antônino Lages, no bairro Santa Filomena, em Codó. A empresa opera com situação cadastral ativa e atende produtores rurais, criadores e tutores de animais da cidade e da região.
Além da venda de medicamentos veterinários, a empresa também trabalha com produtos para pet shop, alimentação animal e artigos voltados ao cuidado e manejo de animais domésticos e rurais. Entre os serviços oferecidos estão orientações básicas sobre produtos veterinários e atendimento ao público ligado ao agronegócio local.
Com avaliação positiva entre clientes da região, a Agroveter é reconhecida pelo atendimento e pela variedade de produtos disponíveis para o setor agropecuário. O estabelecimento funciona durante toda a semana comercial e atende presencialmente produtores e criadores de Codó e municípios vizinhos.
O município de Codó possui forte ligação com o setor agropecuário, sendo um importante polo regional do interior maranhense. Nesse cenário, empresas como a Agroveter desempenham papel relevante no suporte às atividades rurais e ao cuidado animal, contribuindo para o fortalecimento da economia local.
Inscrições do Enem 2026 começam hoje; o que é preciso saber antes de se inscrever
O prazo de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 começa nesta segunda-feira (25) e se estende até as 23h59 de 5 de junho. Os interessados em participar devem se inscrever exclusivamente por meio da Página do Participante (enem.inep.gov.br/participante/).
As provas serão aplicadas em todo o país em 8 e 15 de novembro.
Abaixo, confira o que você precisa saber sobre o exame antes de se inscrever:
Prazos e cronograma
O Enem tende a seguir os prazos definidos em edital. A menos que haja problemas confirmados no sistema de inscrição ou ocorra uma ampliação de prazos, como já aconteceu em edições anteriores, o cronograma da edição deve ser:
- Inscrições: de 25 de maio a 5 de junho.
- Pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 10 de junho.
- Solicitação de tratamento por nome social: de 25 de maio a 5 de junho.
- Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 5 de junho.
- Resultado do atendimento especializado: 19 de junho.
- Recurso do atendimento especializado: de 22 a 26 de junho.
- Resultado do recurso: 3 de julho.
- Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.
Quem pode se inscrever
Podem se inscrever no Enem 2026:
- Concluintes do ensino médio: Estudantes que estão cursando a última série e concluirão o nível médio no ano de 2026.
- Egressos: Pessoas que já finalizaram o ensino médio em anos anteriores.
- Treineiros: Participantes que terão menos de 18 anos no primeiro dia de prova e que concluirão o ensino médio após o ano letivo de 2026. Estes participam apenas para fins de autoavaliação.
- Candidatos à certificação: Maiores de 18 anos (completos até o primeiro dia de prova) que não concluíram o ensino médio e desejam utilizar a nota para obter o certificado de conclusão ou a Declaração Parcial de Proficiência.
- Estrangeiros: Desde que apresentem documento de identificação oficial e original com foto (como passaporte ou identidade expedida pelo Ministério da Justiça).
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Taxa de inscrição e isenção
Para o Enem 2026, o valor da taxa de inscrição será de R$ 85, como nos anos anteriores. Os candidatos que não possuem direito à isenção devem efetuar o pagamento obrigatoriamente entre os dias 25 de maio e 10 de junho.
O valor pode ser quitado em bancos, casas lotéricas ou aplicativos bancários, aceitando modalidades como Pix (via QR Code) e cartão de crédito, dependendo da instituição financeira.
- Têm direito à isenção da taxa os estudantes que estão concluindo o ensino médio em escolas da rede pública no ano de 2026.
- Além disso, o benefício se estende a participantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) que pretendam utilizar o resultado para certificação de conclusão do ensino médio
- Também estão isentos aqueles que já tiveram a solicitação de isenção aprovada previamente em abril, conforme as regras do edital de isenção.
Atenção: os estudantes que obtiveram o direito à isenção desse valor (como os alunos da rede pública) também devem se inscrever dentro do prazo informado. Caso contrário, não poderão prestar o Enem.
Como se inscrever
As inscrições acontecem exclusivamente pela Página do Participante (enem.inep.gov.br/participante/) no prazo determinado.
Todos os candidatos devem acessar a página utilizando o login Gov.br (CPF e senha). Caso seja o primeiro acesso, é necessário criar uma conta.
No ato de inscrição, o candidato deve
- informar dados pessoais,
- indicar necessidade de recurso de acessibilidade e se deseja usar nome social,
- indicar o idioma da língua estrangeira (inglês ou espanhol),
- preencher o questionário socioeconômico,
- colocar informações para contato,
- escolher local de aplicação do exame,
- submeter uma foto e enviar a inscrição.
Ao final desta etapa, caso não tenha direito à isenção, ainda será preciso acessar a página do participante com CPF e senha e baixar o boleto para pagamento.
A etapa de inscrição vai ser mais simples para todos os estudantes concluintes de escolas públicas (matriculados na terceira e quarta séries), que já estarão pré-inscritos automaticamente. Neste caso, o aluno deve apenas acessar o sistema para definir detalhes como a língua estrangeira, necessidade de atendimento especializado e o município de aplicação.
Para que serve o Enem
O Enem é uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, utilizado por instituições públicas e privadas como critério de seleção. As notas do exame podem ser utilizadas em programas do governo federal como Sisu, Prouni e Fies, e também garantir descontos em mensalidades de instituições de ensino superior privadas.
No entanto, a partir deste ano, o Enem passa a ter uma nova função primordial para o governo, que é a de avaliar a qualidade do ensino médio, nos moldes do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Além disso, o exame também pode ser utilizado para certificar a conclusão do ensino médio para declarar a proficiência parcial do participante maior de 18 anos que não tenha concluído a etapa.
O Enem também permitirá a produção de indicadores educacionais relacionados ao ensino médio e ao monitoramento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE).
Disciplinas e horários
O Enem será aplicado em dois domingos de novembro (menos em Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará).
9 de novembro
O candidato deverá fazer:
- 45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
- 45 questões de ciências humanas;
- redação.
16 de novembro
A prova trará:
- 45 questões de matemática;
- 45 questões de ciências da natureza.
Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):
- Abertura dos portões: 12h
- Fechamento dos portões: 13h
- Início das provas: 13h30
- Término das provas no 1º dia: 19h
- Término das provas no 2º dia: 18h30 Fonte: G1-MA
Semana do MEI oferece mais de 130 capacitações gratuitas no MA; saiba quem pode participar
O Sebrae realiza, entre os dias 25 e 29 de maio, mais uma edição da Semana do MEI no Maranhão, com mais de 136 atividades gratuitas voltadas para microempreendedores individuais e pessoas interessadas em abrir o próprio negócio.
A programação será realizada em mais de 84 municípios maranhenses, nas 12 regionais do Sebrae, com oficinas, palestras e atendimentos sobre temas como marketing digital, inteligência artificial, vendas, inovação, gestão financeira, planejamento empresarial, crédito, precificação e formalização.
Segundo o Sebrae, os microempreendedores individuais representam atualmente 40,4% das empresas formais ativas no Maranhão, com atuação em áreas como comércio, alimentação, beleza e prestação de serviços.
Vigilante é morto a tiros em canteiro de obras, em João Pessoa
Um vigilante foi morto a tiros na madrugada deste domingo (24) em uma obra de condomínio nA na Rua Pedro Camilo de Souza, no bairro de Gramame, em João Pessoa. A identidade da vítima não foi divulgada pelas autoridades.
Segundo a Polícia Civil, dois vigilantes trabalhavam no local. O profissional que ficava na parte de trás da obra relatou ter ouvido disparos de arma de fogo vindos da parte da frente. Ele não foi até o local imediatamente e só por volta das 6h da manhã encontrou o colega já morto.
A Polícia Civil informou que a principal linha de investigação é a de que os suspeitos estariam procurando roubar armas dos vigilantes.
Em nota repassada à polícia, a empresa confirmou que os vigilantes faziam a segurança da obra, mas sem porte de arma de fogo.
A Delegacia de Homicídios de João Pessoa segue com as investigações para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias do crime. Fonte: G1-PB
Mulher morre e sete pessoas ficam feridas em acidente envolvendo moto e dois carros no Cariri da Paraíba
Uma mulher morreu e outras sete pessoas ficaram feridas em um acidente envolvendo uma moto e dois carros na PB-177, no município de Soledade, no Cariri da Paraíba, no último domingo (25).
De acordo com a TV Paraíba, ainda não há informações sobre a dinâmica do ocorrido, mas a Polícia Civil abriu uma investigação para entender o que causou o acidente. A mulher morreu no local e pilotava a moto que se envolveu na batida.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para o local, mas quando os agentes chegaram já encontraram a mulher morta. As outras sete pessoas, que estavam divididas em dois carros, foram encaminhadas para o Hospital de Trauma de Campina Grande.
Uma delas, também conforme a TV Paraíba, foi socorrida em estado grave. A unidade de saúde ainda não forneceu atualizações sobre o estado de saúde de todos. Fonte: G1-PB
Caseiro de 49 anos é morto a facadas em Teresina; companheira suspeita do crime se entrega à polícia
O caseiro Egnaldo Gonçalves Nascimento, de 49 anos, foi morto a facadas, na noite de sábado (23), após discutir e perseguir a companheira com uma pedra no bairro Parque Afonso Gil, Zona Sul de Teresina. Segundo a Polícia Civil, a companheira, Érica Micaele da Silva Pereira, de 22 anos, é a principal suspeita e se entregou aos policiais pouco depois do crime. O g1 tenta localizar a defesa dela.
O delegado Francisco Costa, o Barêtta, coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que o casal estava consumindo bebida alcoólica quando começaram a discutir. O motivo da discussão ainda vai ser investigado pela polícia.
“Moradores da região disseram aos policiais que estiveram no local que os dois, de vez em quando, tinham desentendimentos. [Na noite do crime] ele correu atrás dela com uma pedra, depois ela voltou com uma faca, correu atrás dele e conseguiu alcançá-lo”, descreveu o delegado.
De acordo com o coordenador do DHPP, a suspeita esfaqueou Egnaldo várias vezes, no peito e no abdômen, e fugiu para um matagal. Policiais do 22º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Teresina fizeram buscas na casa dela e nos arredores, mas ela decidiu se entregar.
A suspeita foi levada ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa e, em seguida, à Central de Flagrantes de Teresina, onde foi autuada em flagrante por homicídio.
⚖️ Ser autuada em flagrante por homicídio significa que a pessoa foi presa no momento em que o crime ocorreu ou logo depois, com indícios suficientes de que participou da morte de alguém.
A companheira de Egnaldo aguarda agora pela audiência de custódia, em que um juiz vai determinar se ela continua presa ou responde ao processo em liberdade.
Família pensava que vítima estava no trabalho
Ainda segundo o delegado Barêtta, a vítima trabalhava como caseiro em um sítio em Monsenhor Gil. A irmã de Egnaldo, ao ser entrevistada pelos policiais, disse que não sabia que o irmão estava na capital e pensava que ele estava no sítio.
“A irmã dele falou que, sempre quando ele vinha para Teresina, avisava os parentes, mas dessa vez não avisou“, afirmou o coordenador.
O caso será investigado pelo DHPP, que tem 10 dias para concluir o inquérito e decidir se indicia ou não Érica — ou seja, confirmar ou não que há indícios de que ela foi a autora do homicídio.
Quase 850 kg de carne de boi vencida são apreendidos em caminhão sem refrigeração no PI
Quase 850 kg de carne de boi vencida foram apreendidos em um caminhão-baú sem refrigeração, no sábado (23), pela Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) na BR-316, em Picos (PI). Segundo a Adapi, o motorista deverá pagar uma multa de R$ 3.960.
A agência informou que o caminhão-baú vinha do Pará e estava indo para o Rio Grande do Norte. O veículo foi abordado em Picos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que acionou a Adapi após fazer uma vistoria e encontrar os alimentos com prazo de validade vencido.
Um fiscal agropecuário e equipes da Gerência de Trânsito e Gerência de Inspeção Animal do órgão estadual estiveram no local para inspecionar a carga. Além da apreensão dos produtos, um auto de infração foi emitido e a multa definida no valor de 800 UFR-PI.
UFR, ou Unidade Fiscal de Referência, é um índice utilizado pelo governo estadual para corrigir e atualizar monetariamente o valor de tributos, taxas, contribuições e multas. O valor para o exercício de 2026 é de R$ 4,95 — ou seja, 800 UFR equivalem a R$ 3.960.
Segundo a Adapi, o consumo de produtos de origem animal sem certificação sanitária, mal acondicionados ou fora do prazo de validade traz riscos à saúde humana.
“Esse tipo de irregularidade pode provocar intoxicações alimentares, infecções graves e até levar à morte”, alertou o órgão.
Após serem apreendidos, os produtos vencidos foram destruídos no aterro sanitário de Picos. Fonte: G1-PI
“Vamos ver quem é quem”, diz Lula sobre redução da jornada de trabalho
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta sexta-feira (22), em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, a possibilidade de período de transição para a adoção da redução da jornada de trabalho, de 44 horas para 40 horas semanais, e o fim da escala 6×1, aquela em que o empregado trabalha seis dias por apenas um de descanso.
“Nós defendemos que a redução seja de uma vez, de 44 horas para 40 horas. E fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer, então temos que negociar”, afirmou o presidente.
Segundo ele, haverá uma reunião no início da semana com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para analisar o cenário de votação.
A comissão especial que analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) na Câmara adiou, para próxima segunda-feira (25), a apresentação do parecer do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA).
A votação no colegiado está prevista para quarta-feira (27), com análise do plenário até o fim da semana. Além de reduzir a escala, a proposta acaba com a escala 6×1, instituindo no máximo a escala 5×2, com pelo menos dois dias de descanso semanal remunerado.
Para Lula, o texto precisa ser votado e quem for contra tem que ter a coragem de se posicionar.
“Não dá para aceitar ficar quatro anos para fazer, meia hora por ano, uma hora por ano, aí é brincar de fazer redução. Está aí o projeto de lei, vota contra quem quiser, mas vamos mostrar para o povo quem é quem nesse país. O dado concreto é que será um benefício para a saúde, para a educação”, destacou o presidente.
Na entrevista, Lula afirmou que governo está empenhado em garantir o controle de preços dos combustíveis no país e defendeu que a fiscalização do poder público seja rigorosa contra reajustes abusivos.
O presidente ainda fez um apelo para que o Senado vote logo a PEC da Segurança Pública e prometeu vetar o projeto de lei que permite o envio de mensagens em massa durante as eleições.
Agência Brasil
Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa
Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo. 

Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:
- Ter que arcar com um custo maior de vida – 53%
- Problemas de saúde física – 45%
- Obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%
- Adoecimento mental – 32%
- Perda de renda – 17%
- Perda de emprego – 10%
A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
A preferência pelo Estado como o agente mais adequado para apresentar soluções de mitigação e outras medidas pertinentes surpreendeu os pesquisadores.
“Também é um dado muito preocupante, porque ele tira ou não coloca a responsabilidade em cima dos empregadores. Cada vez mais a gente vai ter eventos climáticos extremos e eles têm um papel muito importante em garantir a proteção dos trabalhadores no processo de transição também”, complementa a diretora-executiva do Aurora Lab, Gabriela Vuolo.
O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.
Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.
As entrevistas também sondaram a avaliação das pessoas sobre a ligação entre a transição e a configuração social do país. A maioria (45%) acredita que a passagem para outros estágios energéticos promoverá redução das desigualdades sociais, contra 40% que acreditam que haverá uma manutenção ou, então, um aumento das desigualdades (23% acham que vão aumentar + 17% que não vão mudar).
Segundo Gabriela Vuolo, parte dos respondentes imagina que até mesmo os salários poderão aumentar.
De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.
A pesquisa Clima, Trabalho e Transição Justa será compartilhada no encontro “Quem move o Brasil? Debates sobre Trabalho, Energia e Desenvolvimento”.
As entrevistas realizadas para a análise contaram com a participação de pessoas com 16 anos de idade ou mais, de nove capitais: Belém, Brasília, Fortaleza, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O questionário foi aplicado entre maio e setembro de 2025. Fonte: Agência Brasil










